E porque não haveria o nóvel mas sombrio dubstep (é ouvir Burial, ou Kode9, fantásticos mas quase depressivos) de poder ser francamente dançável e até - a espaços - alegre? Os Skream provam-no, em excertos aqui disponíveis.
E porque não haveria o nóvel mas sombrio dubstep (é ouvir Burial, ou Kode9, fantásticos mas quase depressivos) de poder ser francamente dançável e até - a espaços - alegre?
A propósito do concerto desta noite, com Spanky Wilson e os Quantic Soul Orchestra de Will Holland, apetece citar Dickens: what Great Expectations!




Tudo isto por culpa dos canadianos Junior Boys e de um som que pode soar falsamente igual a outros, eventualmente arrumável no escaparate das inúmeras bandas teen, mas de facto tornado um espaço muito próprio, provavelmente capaz de continuar a ser novo dentro de 20 anos.


Little Annie revela-se uma criadora em registo peculiar, com composições características da grande tradição de writing feminino, que nos reconduz a Joni Mitchell, a Janis Joplin, passa por Anette Peacock e vem desaguar a compositoras mais contemporâneas como Leila, ou mesmo Jhelisa, para falar já de 2006 (Jhelisa).